terça-feira, 12 de junho de 2012
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Miss Lord, ex- Salamandra Miss Lord, brilha nas pistas de Brasília.
Miss Lord, comprada por José Valadares do Haras Salamandra. Produto Lord Z em égua Furioso III (Karim). Essa potra foi comprada no ano passado. Hoje, tem 7 anos e está confirmando nas pistas as qualidades que já demonstrava desde cedo.
Miss Lord foi vice-campeã da categoria aberta (1.30 m) da 1ª Copa Dragão, do 1º regimento de Cavalarias de Guardas - Dragões da Independência - com o cavaleiro Luis Felipe Pimenta Alvez. Nasceu e foi domada no Haras Salamandra e durante quase dois anos somente saltou as provas internas (máximo 1,15 m) do Ranking da SHP. O responsável pela inicialização dessa potra - e também do excelente trabalho de plano que a mesma tem - foi o cavaleiro Matheus "Xuxu" Correa.
sábado, 8 de outubro de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
Salamandra Chap Franciska - IV Leilão PFDP - 18/06 - sábado Copa São Paulo, edição 2011

Clique no endereço ao lado e assista Salamndra Chap Franciska em ação; http://www.youtube.com/watch?v=H497VHMLrl4
Salamandra Chap Franciska – 1,66 m – 14/08/2005 – (Chapman Rouge x Feuerfunke x Fortissimo x Fruehmarsch).
Trata-se de mais um excepcional produto do Haras Salamandra. Essa fêmea já está domada e saltando "montada".
A mãe JMen Francine é uma das principais matrizes do criatório, além de um ótimo histórico esportivo nas pistas do Brasil.
Como mãe, um dos seus principais produtos - cuja perfomance já foi comprovada em pista - é égua Salamandra Emily (Emilion). Essa filha de JMen Francine foi vice-campeã brasileira de cavalos novos, categoria 6 anos, em 2010. Salamandra Emily foi vendida na primeira edição do Leilão Por Fora das Pistas.
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Canal You Tube Haras Salamandra: Salamandra Alve Z
Acesse o Canal do Haras Salamandra no You Tube e confira todas as pistas da espetcaular égua Salamandra Alve Z.
domingo, 30 de maio de 2010
A Teoria dos Jogos e o Clean Sport
E o vento mudou de direção...
Quem já foi moleque sabe que o modismo acontece por acaso e de repente está todo
mundo empinando pipa, jogando peão, batendo figurinha ou brincado de bola de
gude. O que determina quando é temporada disso ou daquilo? Certamente o acaso ou
o senso comum.
Talvez essa palavra mágica mova de maneira imperceptível o mundo. Somos fantoches
conduzidos pelos cordames invisíveis do acaso. No entanto - cartesianamente falando
ou contemporaneamente situado na Teoria dos Jogos - o acaso é uma malha de idas e
vindas decorrente de situações racionais em que o resultado depende não só da
estratégia própria e das condições do momento, mas também das estratégias
escolhidas por terceiros que possivelmente têm percepções diferentes ou objetivos
comuns. Ou seja, agora é a hora de empinar pipa porque todos, sem uma razão
específica, resolveram soltar pipas. E pronto!!!
O Clean Sport é mais ou menos isso. A FEI, provavelmente motivada pela perda de
visibilidade econômica do esporte, percebeu que o vento começava a mudar de
direção e como player importante desse cenário, resolveu agir proativamente nas
Olimpíadas de Pequim, Final da WC em Genebra e a ampla regulamentação e
implantação do Clean Sport.
Será que é mais um modismo ou veio para ficar? Certamente, assim como tudo na
humanidade, é pendular. Oscila de uma extremo a outro, mas decididamente buscará
um novo ponto de equilíbrio muito mais próximo dos ideais que norteiam os atuais
princípios do Clean Sport.
A FEI nada mais fez do que verbalizar e crisitalizar os anseios mudos que ecoavam pela
comunidade hípica mundial. Estamos em um novo tempo e, queiram ou não, veio para
ficar.
Recentemente o Por Fora das Pistas fechou a enquete “Quais são as próximas ações
que a CBH deveria adotar para uma implementação mais ampla do Clean Sport?” e a
opção mais votada foi a da TOLERÂNCIA ZERO – “tolerância ZERO para todos os itens
do regulamento, independente da natureza do delito, objetivando coibir o delito
maior”, com 29.7% dos votos.
Espero que a CBH consiga ler as entrelinhas dessa votação e faça valer os anseios da
maioria dos integrantes do meio hípico nacional.
Quem já foi moleque sabe que o modismo acontece por acaso e de repente está todo
mundo empinando pipa, jogando peão, batendo figurinha ou brincado de bola de
gude. O que determina quando é temporada disso ou daquilo? Certamente o acaso ou
o senso comum.
Talvez essa palavra mágica mova de maneira imperceptível o mundo. Somos fantoches
conduzidos pelos cordames invisíveis do acaso. No entanto - cartesianamente falando
ou contemporaneamente situado na Teoria dos Jogos - o acaso é uma malha de idas e
vindas decorrente de situações racionais em que o resultado depende não só da
estratégia própria e das condições do momento, mas também das estratégias
escolhidas por terceiros que possivelmente têm percepções diferentes ou objetivos
comuns. Ou seja, agora é a hora de empinar pipa porque todos, sem uma razão
específica, resolveram soltar pipas. E pronto!!!
O Clean Sport é mais ou menos isso. A FEI, provavelmente motivada pela perda de
visibilidade econômica do esporte, percebeu que o vento começava a mudar de
direção e como player importante desse cenário, resolveu agir proativamente nas
Olimpíadas de Pequim, Final da WC em Genebra e a ampla regulamentação e
implantação do Clean Sport.
Será que é mais um modismo ou veio para ficar? Certamente, assim como tudo na
humanidade, é pendular. Oscila de uma extremo a outro, mas decididamente buscará
um novo ponto de equilíbrio muito mais próximo dos ideais que norteiam os atuais
princípios do Clean Sport.
A FEI nada mais fez do que verbalizar e crisitalizar os anseios mudos que ecoavam pela
comunidade hípica mundial. Estamos em um novo tempo e, queiram ou não, veio para
ficar.
Recentemente o Por Fora das Pistas fechou a enquete “Quais são as próximas ações
que a CBH deveria adotar para uma implementação mais ampla do Clean Sport?” e a
opção mais votada foi a da TOLERÂNCIA ZERO – “tolerância ZERO para todos os itens
do regulamento, independente da natureza do delito, objetivando coibir o delito
maior”, com 29.7% dos votos.
Espero que a CBH consiga ler as entrelinhas dessa votação e faça valer os anseios da
maioria dos integrantes do meio hípico nacional.
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